sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

"MANDA CHUVA" DO LIONS (VOLUME I)


Estou aqui, no Maceió Mar. Como sempre, gosto de conversar com todos os colaboradores dos hotéis por onde passo. E o faço porque tenho incursão na área. E, depois, por mais aprendizado. Que parece não ter fim.  E não tem mesmo. A cada dia, uma nova. 

De repente, vejo um desses colaboradores com ar de tensão, de preocupação... Pergunto do por que daquele seu estado. Ele me diz que, à noite, vai atender um horror de pessoas do Lions Clubes Internacional. “Muita gente! E gente muito exigente, chata! Dizem que mais que Roberto Carlos, que exige até toalhas azuis nas mesas e no chão.” 

“Serão mais de 300 pessoas, doutor. Daí o meu estado de tensão. De preocupação... Quero que tudo dê certo. O senhor compreende, não é?”

Digo a ele: “Fique tranquilo. No Lions não tem disso não. Lá, você vai se encontrar com pessoas simples, humanas, de coração aberto e mente larga. Sobretudo, solidárias, fraternas... Ideários do Movimento Leonístico.  

As pessoas do Lions vão lhe tratar bem. Não só a você, mas a todos os seus colegas de trabalho.” 

Sua expressão começou a mudar... E ele a se descontrair... E, parecendo criar coragem, me perguntou: “Doutor, dá para o senhor me recomendar a essa senhora que dizem ser a ‘manda chuva’ do Lions nesse encontro? Dizem que ela tem nome de rainha. Mas que a chamam de ‘Tetê’. É verdade?” 


“Vou fazê-lo! Vou fazê-lo! Fique tranquilo!”

Na manhã seguinte, encontro o colaborador no café. “Doutor, me diga: que nota eles me deram?” No que eu respondo: “10, amigo. 10! A você e toda sua competente equipe. Vocês foram irrepreensíveis.”
O colaborador abriu um sorriso e extravasou toda a sua felicidade,  pelo dever cumprido.

Eu, ainda mais feliz porque, de repente, a imagem de Melvin Jones, com toda sua humildade, com seu desejo inquebrantável de querer fazer o bem a todos, veio-me à mente. Ele, enquanto grande inspirador e timoneiro desse exército de quase 1,5 milhão de homens e mulheres a serviço do bem, de forma espontânea e voluntariamente. E com foco, sobretudo, nas camadas mais necessitadas da população. 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O NATAL CHEGA MAIS CEDO EM GARANHUNS (VOLUME I)

Aqui, em curso, o Natal Luz 2016. A cidade está bonita. Linda. Bela... Como, certamente, ainda não a tínhamos visto. 

E como lhe fazia falta o toque que lhe deram para esse Natal. Parecia que a cidade estava a clamar por esse realce. Para lhe parecer mais bonita. Mais linda. Mais bela. De tal sorte que uma vez atendida, ela encanta muito mais aos milhares que a ela aportam. Tamanho o glamour conferido. Tornando-a mais bonita. A mais linda. A mais bela... A cidade luz... Pronta para o seu Natal. 

Muita falta. Muita falta fazia à nossa cidade. E lhe custou tão pouco essa empresa. Custou amor. Vontade. Compromisso... Da parte de nossos gestores para vermos a cidade ao encontro de sua principal vocação: o Turismo, que gera empregos, que produz renda. E tudo para tantos segmentos da Economia. E de forma horizontal e universal. 


Nesta IV Edição do Natal Luz 2016, observamos as ruas e as avenidas da nossa cidade tomadas por pessoas de fora, de longe, que para aqui acorrem, para nossa alegria. 

Alguém diria que ainda é pouco. Decerto. Ainda é pouco. Mas de forma crescente. E em número que caminha para o impensável. 

É isso que a gente tem percebido nos dias a dia da cidade neste Natal Luz 2016. Tendo começado a 11 de novembro e terminando a 31 de dezembro. Com suas ruas e avenidas frenéticas, anunciando que a hora do nascimento do Menino Jesus está chegando.

E aos milhares e milhares, todos dizendo que no próximo Natal estarão de volta a Garanhuns.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

CABEÇA ERGUIDA (VOLUME I)


Uma amiga me telefonou outro dia. Senti-a, nervosa, ansiosa, preocupada... tensa.  

Disse-lhe: “Ponha na cabeça: tudo vai acontecer como planejado. E você planejou... E bem! Você, antes, conversou com todos de sua equipe. Seus amigos e amigas de trabalho. E isso é certo. Agora, amiga, pense. Mas com otimismo e segurança. E, claro, assegurada a devida cautela. Que a ânsia, a tensão... tudo irá se escorrendo... Se escorrendo... E, de repente, em seu lugar, a sensação de vitória. Quase de êxtase. Senão ele.” 

Faz pouco, me voltou essa amiga. “Quero lhe agradecer. Deu tudo certo. Foi um sucesso meu evento.” Disse-lhe: “Agradeça! Mas agradeça a você mesma. Chame todos de sua equipe e diga: ‘Olha como foi bom estarmos unidos, gente! Focados em nossas tarefas... Deu tudo certo! Certinho! Como todos nós imaginávamos. Como planejamos. Muito obrigada, meu Deus! Muito obrigada! Obrigada a todos e todas vocês.’” 

E cravei, ainda: “Ademais, amiga, tudo não pode ficar sob sua exclusiva guarda, embora você seja a responsável maior. Mas, sob seu comando, há tantos e tantas, a você. E você não deve querer ser a única a salvar a pátria amada. Que, portanto, todos a salvemos. Todos! Cada um fazendo suas tarefas, designadas por você. E você, com olhar em tudo. Conferindo-as, todas, à medida que chegam às suas mãos. Chamando um a um para suas considerações. E nunca se esqueça de agradecer o empenho de cada um, o trabalho de cada um. No final, você vai imprimir sua marca. Mas, na apresentação do trabalho é indispensável agradecer a todos e a todas, pelo empenho e colaboração recebidos.” 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

REFLEXÃO (VOLUME I)

Um casal amigo me procurou essa semana. Estava aflito. “Givaldo, sabemos de nossa amizade. Amizade construída ao longo de tantos anos. Sempre estivemos a conversar durante esses anos todos. E nós, como você, sempre tivemos uma conversa séria e leal. Além de civilizada e respeitosa. De sorte que viemos, aqui, conversar com você para pedir uma orientação. Na verdade, sua ajuda.” 

De repente, descamba o casal amigo a... falar e falar... de fatos pretéritos, ocorridos em nossas vidas. E a conversa se prolonga e se prolonga, e o casal amigo não entra no assunto que o trouxera ao meu escritório. Olhei para o relógio. Sempre o faço quando atendo as pessoas. Não, por não gostar de atendê-las. Claro que gosto. E muito! Para mim uma satisfação. Mas, porque tenho que administrar meu tempo para atender a tantas outras. 

Verifiquei que quase uma hora se passara, e nada de o assunto sair. Resolvi, atento, sugerir: “Amigos! Por que não marcamos para conversar sobre o assunto lá em casa? Vocês viram, não é verdade? Tenho tantos e tantas, ainda, para atender.”

Combinamos com o casal amigo para conversarmos nesse final de semana. Às 20 horas, lá em casa. Marcamos. 

Às 20 horas, estávamos, eu e Emília, prontinhos para recebê-los. E nada de chegarem. Quando os dois aportaram lá em casa, já passava das 21 horas. Mas, tudo bem... O que fazer? 

O casal amigo começou a falar de seu filho que casou, já faz alguns anos, e que estava passando por “um probleminha de relacionamento com sua esposa”.

Pediu-me desculpas pela digressão que fizera em meu escritório, e nos falou, a mim e a Emília, que ia direto ao assunto. Aos meus botões disse: “Graças a Deus!”  

E começou: “Soube que meu filho está participando de uma conferência na Igreja.” E se apressou em dizer a ele: “Filho, eu quero dizer que fiquei muito feliz quando soube do ‘Encontro’ que você está fazendo nesse final de semana. 

Penso que, na vida, há momentos em que devemos parar um pouco para analisá-la e mudar os rumos que a ela estávamos dando.
 
Você está tendo esse momento. Prenda-se a ele. Só a ele. Peça ao Senhor Sua ajuda. Ajuda para você. Ajuda para sua esposa. Forças. Forças para vocês vencerem, juntos, esse momento difícil porque estão passando. E que para superá-lo, depende de vocês com a ajuda e a benção de Deus. E Ele quer fazer isso por vocês. Aliás, Ele já está fazendo, levando-o para esse ‘encontro’.

Quer saber? Todos ou quase todos passamos pelo que vocês estão passando. Bom? Horrível! Gostoso? Terrível! 

Lembrei à sua mãe, outro dia: nós também passamos por esses momentos. Mas nos lembramos de você - sim, do nosso filho. Único filho. Do que havíamos construído, juntos, até ali. Do que nos ocorreu dizer, lá atrás, perante o Senhor e, de forma espontânea.

Como você está indo ao encontro do Senhor, vá! Mas vá pensando em se reencontrar com sua família. Em reconquistar forças para continuar a sua caminhada...   

Lembre-se: vocês têm dois filhos maravilhosos que precisam de vocês. Porque os amam. E por eles todo ‘sacrifício’ que fizerem para mantê-los por perto, convivendo com vocês, ainda será pouco diante das bênçãos que terão do Senhor em suas vidas. E para sempre. 

Estou, portanto, muito feliz em saber que você vai a esse ‘encontro’ à procura de ajuda. Depois de alcançada a graça, que venha o reencontro de você e sua esposa com a Santa Igreja.
 
É o que peço todo dia ao Senhor para você, meu filho. 

Para mim, só peço a Deus paz e saúde para poder, em vida, assistir à ascensão de meus netos. Às suas conquistas que advirão com as graças do Senhor. E para minha felicidade plena.

Fiz bem, Givaldo, em dizer-lhe tudo isso? Você acha que com essas palavras que lhe disse, ele vai acabar com essa ideia maluca de separação?” 

Fiz-lhe ver que a ninguém é dado saber do que acontecerá daqui para frente. Mas elogiei sua postura de pai, dizendo-lhe ser possível que, diante de seus exemplos, de seus conselhos, de suas ponderações, o casal possa se reencontrar, reatando seus laços. E, ademais, o “encontro” teria tudo a ver. Suas palavras, dirigidas ao seu filho, saíram do seu o coração. E ele haverá de entender. Foram palavras calcadas na experiência que vocês mesmos viveram.

Vi, já tarde, o casal sair de minha casa, feliz. Não sei se pelas palavras que dirigi a ele, ou se pelo vinho que degustáramos. Eu, Emília e eles. Nós quatro. 


De uma coisa, no entanto, estou certo: temos que ter paciência para ouvir. Com ela, você pode fazer verdadeiros milagres. Fui para a cama, feliz. Pelo bem que penso ter feito àquele dileto casal de amigos.  

QUE LINDO! (VOLUME I)


E Gui, já em Tamandaré, organizando tudo, para receber as tias e os tios, as primas e o priminho. E eles só chegam na próxima semana. Mas, tudo bem! Gui é previdente e organizado...

Acabo de ter essa notícia. E fico feliz. Coisa de avô. Que o digam. Tudo bem! “Vovó vem me buscar.” E a vovó foi. Ela, que já está em Tamandaré desde a terça última, pretende ficar até lá para os dez dias de janeiro de 2017. Sim, do próximo ano. Ela, que foi branca e de cabelos loiros, quer voltar morena e de cabelos castanhos. Coisa de mulher. Tudo bem! Será que vou gostar? Vou torcer! Torcer com fé...  

Daqui, ela partiu na terça-feira, em dois carros, com seis auxiliares para lhe ajudar, fora o caseiro que, já, lá, esperava-a, angustiado. Soube depois que, desde segunda.   

“Por que tantos Emília?”, perguntei. Ao que ela me respondeu: “Quero organizar tudo para recebermos com imenso prazer e alegria nossos filhos e netos, e, com eles, termos um Grande Natal e um excelente Final de Ano, carregado de alvíssaras.”
  
Que Deus a ouça, Emília, e a todos nós - os 13. 

De repente, a lembrança de palavras que ouvi, faz pouco, de personagens dessas “Minhas Linhas e Linhas”, que me soam, recorrentemente: “Lembrem-se: vocês têm dois filhos maravilhosos que precisam de vocês, porque os amam e, por eles, todo ‘sacrifício’ que fizerem para mantê-los perto de vocês é pouco.”

 
Às minhas personagens que me procuraram outro dia, esqueci-me de dizer: “Nunca me esqueço de uns versos que diziam: ‘Meu filho / Meu sangue / A certeza que eu existo / A minha continuação / O volume 2 do meu livro / O amor puro como água’.” 

domingo, 20 de novembro de 2016

QUE TERRINHA BOA! (VOLUME I)

Garanhuns está bonita. Diria linda. Mas, penso: bela. Bela como nunca a vi, antes. 

Realmente, a cidade caprichou muito nesse Natal Luz 2016, que já está em curso desde 11 de novembro. E vai até 31 de dezembro E, com uma programação que a dignifica, que a exalta, como bem ela merece.  

Quanto aos seus títulos - “Cidade onde o Nordeste Garoa”, “Cidade do Clima Maravilhoso”, “Cidade das Flores”, “Cidade dos Festivais”, “Cidade de Simôa”, “Suíça Brasileira”... que eles tentam nos furtar e imitar... Ah! Não vão conseguir, não. Não, mesmo!

Para isso teriam que importunar Onildo de Almeida e ressuscitar o nosso Gonzagão. Aquele, autor da letra e, este, seu maior  intérprete. E, deles, exigir alterar a letra do clássico. E passarem a cantá-lo com uma nova letra. Nada fácil, não? O certo é que a canção é um verdadeiro “Hino de Amor” a Garanhuns.

“Conheço uma cidade bem pernambucana / Que todo chama de Suíça brasileira / Água pura, clima frio na realidade / Garanhuns é uma cidade linda e tão brejeira / Garanhuns, cidade serrana / Garanhuns, cidade jardim / Garanhuns, cidade das flores, de amores sem fim / Garanhuns, terra de Simôa / Garanhuns, que terrinha boa / Garanhuns, onde o nordeste garoa”.

Verdade, todavia, que nunca irão apagar a nossa imagem, porque do nosso DNA, intransferível.”


 E Garanhuns seguirá desafiando, embora sem nenhuma soberba, aquelas cidades que querem fazer fama sobre nossa fama. Desafio com seu trabalho permanente na luta pelo retorno de seu destino, que se dará com o reestudo de suas promoções turísticas, adequando-as às exigências de nossos dias. Contemporizando-as, enfim. Voltando com outras que foram sucesso no passado, hoje, cobradas por aqueles que aportam à cidade na busca de seu clima, sem igual no país. Criando outras, apontadas e cobradas, com certa frequência por milhares, que adoram essa “terrinha boa”. E que têm uma visão de mundo, sobretudo no enxergar às maravilhas que o turismo pode oferecer a todos. Atualizando e implantando seus equipamentos turísticos. Enfim, se preparando melhor para poder conquistar o título que tanto almeja: cidade turística. Reconhecida em todo norte e nordeste brasileiros. Quem sabe, já, já, em todo o Brasil, a exemplo do que ocorre com cidades como Gramado e Campos do Jordão.

Essa tem sido a luta de Garanhuns. Luta que avançará ao longo dos próximos anos. E o Natal Luz é um exemplo dessa nossa caminhada. E, hoje, já há quem diga que ele é igual ou superior aos Natais de Gramado e Campos do Jordão. 

Mas, Garanhuns, com a humildade de sua gente, tem colocado que apenas deseja conferir o melhor às suas promoções turísticas com as iniciativas que lhe permitirão a conquista do título que tanto merece.  

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

OBRIGADO, SENHOR! (VOLUME I)

Vocês são muito carinhosos conosco. Todos: Natanael, Romildo, Paulo, Eulália, Wilma, Flora, Geise, Tetê, Ruth... São tantos! São tantas! Enfim, vocês todos e todas!

E o que dizer de nossos cronistas? Cronistas da família. Cronistas das Academias. Cronistas... Deixa-nos vertendo lágrimas. Como deixaram indizíveis familiares. Amigos e amigas, aqui, não reverenciados.

De uma das crônicas de família que nos chegou, agora, apesar de datada de 02 de setembro de 2012, saboreamos essas recordações, que não as entendemos a destempo, a despeito de a família ter crescido nesses últimos anos: 

“Há 40 anos, um estudante e uma estudante começaram a viver uma bonita história. Um casamento como outro qualquer: Maria Emília e Givaldo... Tio Padre os abençoou aos pés do altar. O juiz os uniu em frente à sua mesa. Os acontecimentos bons, até agora, suplantaram os mais difíceis. Um casal vencedor, tendo como principal razão de suas vidas, uma bonita família.”

E mais outra das Academias:

“Hoje, vocês estão completando 40 anos de casados, representados em celebração pela simbologia das ‘Bodas de Carbonato’... Givaldo e Emília, muitas dificuldades vocês enfrentaram na vida, muitas lutas vocês venceram juntos... Foi preciso muita coragem para vencer tudo aquilo que vocês dois encararam, tudo que passaram. Isso tudo, sem dúvida, é um belo exemplo de vida... Acreditem: muitas coisas ainda vão mudar e melhorar. Vocês ainda têm uma vida inteira pela frente, para aprender a ser família, e não apenas um casal... Casamento não é para qualquer um...”

E mais. E mais... Que a todos agradecemos e pedimos para se considerarem referenciados nessas tortuosas linhas.

Mas, de repente, outra que foi demais... Que foi fundo... Que não podemos deixar de referir. Ela lembra o diálogo de Matias Cardoso com Fernão Dias. Eles, bandeirantes do Brasil. Do Brasil que surgia para ser o país que é hoje. Matias, lugar-tenente de Fernão, arrefecera o sonho de encontrar esmeraldas, e fora anunciar sua deserção ao chefe, ao seu govenador Fernão Dias. 

O amigo cronista, citando Paulo Setúbal, destaca: “Fernão Dias escutava, arrasado. Podia esperar tudo, menos ouvir de Matias Cardoso a dureza que estava ouvindo. E dizia ferido: ‘Vós, Matias Cardoso? O meu lugar-tenente? O que eu busquei com tanto gosto? Vós?’ ‘Eu mesmo, D. Fernando! Digo e repito: desanimei. Não continuo mais. Já reuni os meus homens. Estão todos prontos. Hoje mesmo deixamos a Bandeira.’ Fernão Dias refletiu e disse: ‘Está bem, Matias Cardoso. O companheiro mais querido abandona-me no momento cru. Não importa! Eu tendo vencido índios e feras. Hei de vencer a ingratidão dos amigos.’  

Você, Givaldo, nunca abandonou um amigo. Por isso quero lhes saudar nessa hora, a você e a Emília, pelo exemplo que vocês nos dão.” 

Que Deus nos abençoe nessa caminhada. Que já faz anos. Que, no entanto, seu primeiro dia, ainda presente em nossas memórias, dele nós recordamos como se fora ontem. E Deus tem sido muito bom conosco por isso.

Muito obrigado, Senhor! Ontem, éramos apenas nós dois aos pés do Vosso Altar, naquela noite fria de Garanhuns de 02 de setembro de 1972, na Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

Hoje, somos 13. Nós dois, seis filhos e cinco netinhos. E todos vivendo num ambiente de muita paz e compreensão e, sobretudo, seguindo os Vossos ditames e a eles tementes.

E agradecidos por ouvirmos, como acabamos de ouvir, outro dia, de nossa netinha Isabella. Ela, que vive nos EUA: “Eu quero ir para o Brasil.” E de nossa netinha Gabriela: “Eu quero morar em Garanhuns.” 

 Por fim, fazemos nossas as palavras do grande Victor Hugo: “Errem, caiam, pequem, mas sejam justos. Porque ser santo é uma exceção. A regra é ser justo.” E que Deus nos conserve assim. Com nossa família. Com nossos amigos. E com toda a sociedade.