quinta-feira, 3 de agosto de 2017

PALADINOS DOS CEGOS (25.08.2006) (VOLUME II)


São frequentes as perguntas que nos fazem: “O que é Lions?” ou “Por que os Leões são o maior segredo que um povo tem?”

Temos uma grande responsabilidade sobre essas questões. Não divulgamos as nossas ações. Não divulgamos os nossos trabalhos humanitários. O grande presidente Mehta nos tem dito: “Não permitam que o segredo continue. Utilizem meios de comunicação para informar ao mundo o trabalho grandioso dos Leões.” E ele tem dito, ainda: “A paixão pela promoção deve ser uma prioridade do Movimento.”


Claro que a promoção é do nosso trabalho. Do gigantismo do nosso trabalho. Todavia, pondera o presidente Mehta: “Não buscamos reconhecimento pessoal. Buscamos mais pessoas que se unam aos nossos Clubes para podermos ampliar os nossos serviços humanitários.”  

Temos, portanto, que dizer ao mundo porque existimos. O que fizemos. O que fazemos. Enfim, os nossos serviços mundo afora.  

De fato. Precisamos registrar que ajudamos as vítimas do Tsunami, na Ásia Meridional; que ajudamos as vítimas do furacão Katrina nos EUA; que destinamos, anualmente, U$ 741 milhões para inúmeros projetos de serviços humanitários; que empregamos 70 milhões de horas de trabalho voluntário em benefício das comunidades, através de nossos 46 mil Clubes, espalhados em 200 países, formando um exército de cerca de 1,5 milhão de homens e mulheres, empolgados com o ideário do Leonismo Internacional; que somos considerados no mundo os “paladinos dos cegos”; que mudamos a vida de 124 milhões de pessoas no planeta, doando mais de U$ 185 milhões para melhorar os cuidados com a visão; que prevenimos a perda de visão ou a restauramos em mais de 24 milhões de pessoas; que criamos mais de 250 clínicas oftalmológicas ao redor do mundo; que treinamos cerca de 68 mil profissionais na área de saúde pública; que, enfim, e só para nos determos no Brasil, investimos nas regiões Norte e Nordeste, cerca de U$ 1 milhão, através da Fundação Lions, em nossos programas humanitários.  

Por derradeiro, pensamos que no poema de José Régio, encontramos a natureza do verdadeiro Leão: 

“Não sei por onde vou 
 Não sei para onde vou 
 Sei que não vou por ai!”

Julgamos que não vamos pelas vias que não nos conduzam ao encontro de tantos que precisam de todos nós. Nós, Leões. Nós, homens e mulheres deste país e de todo o mundo, que têm o mínimo de amor ao próximo.


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