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sábado, 14 de outubro de 2017

NESTE NATAL, GARANHUNS TE ESPERA! (14.10.2017) (VOLUME II)

O Natal de Garanhuns, neste ano, terá início em 10 de novembro e vai até 31 de dezembro. 

Neste ano, Garanhuns receberá milhares de turistas que voltam à cidade para rever o nosso Natal, e milhares de outros, que vêm conhecê-lo.  Sim! Conhecer a sua beleza, o seu encanto, a sua magia... Que já correm notícias, mundo a fora.  E eles vêm para conferir o que dizem. E, dele, se empolgarem, e nunca mais deixarem de vir com sua família e seus amigos. 

De fato. Garanhuns tem caprichado muito na construção de seu Natal. Que é montado com muito carinho e muito amor para receber a tantos que a ele aportam. 

Ainda limiar de outubro, já se percebe, contudo, um caminhar que aponta para essa data sagrada - o Natal. Nos bares e restaurantes da cidade, o assunto Natal flui cada vez mais com maior entusiasmo e intensidade. Por outro lado, as empresas do trade turístico da cidade já se preparam para receber e recepcionar... Mais que isso: darem um show de recepção e de hospitalidade aos milhares que prometem aportar em Garanhuns, ao longo desses 52 dias do maior e melhor Natal do Norte e do Nordeste brasileiros. Já, já, também, do Brasil - dizem o entusiasmo e a paixão garanhuenses.  

A cidade, portanto, está pronta. Pronta para receber milhares. Pronta, e no melhor clima natalino.

sábado, 23 de setembro de 2017

A MAGIA DO NATAL DE GARANHUNS (23.09.2017) (VOLUME II)

Um amigo, hoje pela manhã, se saiu com essa: “Que história é essa, Givaldo, de ‘A Magia do Natal de Garanhuns’?”. 

Estava sentado, mas quase caí da cadeira. Disfarcei, no entanto, e fiz de conta que não tivesse ouvido. “Como?”, perguntei. A alma parte e repete: “Que história é essa, Givaldo, de ‘A Magia do Natal’?”. E insistia: “Magia? Por que magia?” 

“Mas me diga: você é contra magia? Porque, para mim, magia é encanto. Magia é fascinação. Magia é magnetismo, Magia é... Positivamente, para mim, são essas as reais sensações a que me remete a palavra magia. Agora, se a palavra ‘magia’ remete o amigo a outras sensações, aí, amigo, estou fora, longe, distante... Magia negra, magia branca, magia imitativa, magia...” 

Ora, por que o nosso Natal não pode receber esse cognome? A nossa cidade já o recebe - “Cidade Mágica de Garanhuns” e tantos e tantos outros cognomes.  Que quiseram e querem subtrair-lhe... Mas que não conseguiram. Não conseguem. Nem conseguirão. Pela fortaleza do nome da cidade. E pelo charme que ela encerra. E todos esses cognomes honram a nossa cidade. A sua gente. E é azo de muito orgulho de seus filhos. 

Muito bonito, portanto, será o nosso Natal. Que vem do tamanho de que precisávamos. E com um cognome inspirador: “A Magia do Natal” - de 10.11 a 31.12.17 - 52 dias de intensa magia, e com uma agenda digna de Garanhuns. Agenda para sua gente. Agenda para aqueles milhares que haverão de aportar na nossa cidade. E propagarem, depois, do que aqui viram - a beleza e o encanto do nosso Natal. 

Ontem à noite, ocorreu o lançamento de seu “Conceito”. Teatro Luiz Souto Dourado, lotado, revivendo os grandes dias da centenária Estação, hoje, Centro Cultural Alfredo Leite Cavalcanti. 

Garanhuns se encantou. Fascinou-se. Magnetizou-se. Agora, através de sua gente, vai encantar. Fascinar e magnetizar seus milhares de visitantes. Que tomarão as suas ruas e avenidas, para daqui saírem dizendo que não somos apenas a cidade do melhor clima do Brasil, mas que também somos a cidade que melhor se prepara para saudar a chegada do menino Jesus. 

Entendeu agora, amigo? É disso de que precisamos em Garanhuns. Amor por esse torrão. E o amor não se constrói com o mal. Com ilações menores... Que só apedrejam nossos corações, produzindo cizânias entre os homens. O amor se constrói com o bem. Com altivezes maiores... Que só afagam nossos corações, produzindo compreensão entre os homens. É disso, amigo, de que precisamos em nossa cidade. 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O NATAL CHEGA MAIS CEDO EM GARANHUNS (VOLUME I)

Aqui, em curso, o Natal Luz 2016. A cidade está bonita. Linda. Bela... Como, certamente, ainda não a tínhamos visto. 

E como lhe fazia falta o toque que lhe deram para esse Natal. Parecia que a cidade estava a clamar por esse realce. Para lhe parecer mais bonita. Mais linda. Mais bela. De tal sorte que uma vez atendida, ela encanta muito mais aos milhares que a ela aportam. Tamanho o glamour conferido. Tornando-a mais bonita. A mais linda. A mais bela... A cidade luz... Pronta para o seu Natal. 

Muita falta. Muita falta fazia à nossa cidade. E lhe custou tão pouco essa empresa. Custou amor. Vontade. Compromisso... Da parte de nossos gestores para vermos a cidade ao encontro de sua principal vocação: o Turismo, que gera empregos, que produz renda. E tudo para tantos segmentos da Economia. E de forma horizontal e universal. 


Nesta IV Edição do Natal Luz 2016, observamos as ruas e as avenidas da nossa cidade tomadas por pessoas de fora, de longe, que para aqui acorrem, para nossa alegria. 

Alguém diria que ainda é pouco. Decerto. Ainda é pouco. Mas de forma crescente. E em número que caminha para o impensável. 

É isso que a gente tem percebido nos dias a dia da cidade neste Natal Luz 2016. Tendo começado a 11 de novembro e terminando a 31 de dezembro. Com suas ruas e avenidas frenéticas, anunciando que a hora do nascimento do Menino Jesus está chegando.

E aos milhares e milhares, todos dizendo que no próximo Natal estarão de volta a Garanhuns.

domingo, 20 de novembro de 2016

QUE TERRINHA BOA! (VOLUME I)

Garanhuns está bonita. Diria linda. Mas, penso: bela. Bela como nunca a vi, antes. 

Realmente, a cidade caprichou muito nesse Natal Luz 2016, que já está em curso desde 11 de novembro. E vai até 31 de dezembro E, com uma programação que a dignifica, que a exalta, como bem ela merece.  

Quanto aos seus títulos - “Cidade onde o Nordeste Garoa”, “Cidade do Clima Maravilhoso”, “Cidade das Flores”, “Cidade dos Festivais”, “Cidade de Simôa”, “Suíça Brasileira”... que eles tentam nos furtar e imitar... Ah! Não vão conseguir, não. Não, mesmo!

Para isso teriam que importunar Onildo de Almeida e ressuscitar o nosso Gonzagão. Aquele, autor da letra e, este, seu maior  intérprete. E, deles, exigir alterar a letra do clássico. E passarem a cantá-lo com uma nova letra. Nada fácil, não? O certo é que a canção é um verdadeiro “Hino de Amor” a Garanhuns.

“Conheço uma cidade bem pernambucana / Que todo chama de Suíça brasileira / Água pura, clima frio na realidade / Garanhuns é uma cidade linda e tão brejeira / Garanhuns, cidade serrana / Garanhuns, cidade jardim / Garanhuns, cidade das flores, de amores sem fim / Garanhuns, terra de Simôa / Garanhuns, que terrinha boa / Garanhuns, onde o nordeste garoa”.

Verdade, todavia, que nunca irão apagar a nossa imagem, porque do nosso DNA, intransferível.”


 E Garanhuns seguirá desafiando, embora sem nenhuma soberba, aquelas cidades que querem fazer fama sobre nossa fama. Desafio com seu trabalho permanente na luta pelo retorno de seu destino, que se dará com o reestudo de suas promoções turísticas, adequando-as às exigências de nossos dias. Contemporizando-as, enfim. Voltando com outras que foram sucesso no passado, hoje, cobradas por aqueles que aportam à cidade na busca de seu clima, sem igual no país. Criando outras, apontadas e cobradas, com certa frequência por milhares, que adoram essa “terrinha boa”. E que têm uma visão de mundo, sobretudo no enxergar às maravilhas que o turismo pode oferecer a todos. Atualizando e implantando seus equipamentos turísticos. Enfim, se preparando melhor para poder conquistar o título que tanto almeja: cidade turística. Reconhecida em todo norte e nordeste brasileiros. Quem sabe, já, já, em todo o Brasil, a exemplo do que ocorre com cidades como Gramado e Campos do Jordão.

Essa tem sido a luta de Garanhuns. Luta que avançará ao longo dos próximos anos. E o Natal Luz é um exemplo dessa nossa caminhada. E, hoje, já há quem diga que ele é igual ou superior aos Natais de Gramado e Campos do Jordão. 

Mas, Garanhuns, com a humildade de sua gente, tem colocado que apenas deseja conferir o melhor às suas promoções turísticas com as iniciativas que lhe permitirão a conquista do título que tanto merece.  

domingo, 20 de dezembro de 2015

É O NATAL LUZ! É O ANO NOVO! É O JAZZ FESTIVAL! (VOLUME I)




Acordo. Ainda é madrugada. Percebo que só um dos meus olhos a aprecia. O outro parece pedir mais um pouco de repouso. Até por minhas compulsivas leituras, noites adentro. Pede o outro, mais um pouco de deleite. Só o outro? Só um deles?

No que pese a isso tudo, levanto com a ideia fixa de que tenho que partir à luta. E feliz da vida por sentir avanços. Avanços, apesar de tudo... Apesar dos pesares... Digo a mim mesmo: hei de vencê-los com as armas de que disponho e que Deus me deu: meu entusiasmo pelo trabalho, a que chamo de minha terapia. Meu êxtase. Talvez, únicos. Que agradeço ao Senhor, sem reclamações que nunca me ocorrem. 
Afinal, para que lamentar-me? Tenho sim, muita reverência a Ele. E com muita fé no amanhã. Milagre divino. Sempre renovado. Quem viver verá.

Levanto-me, e vejo que a cidade amanhecera coberta de névoa. Cinzenta. E, já desperto, de olhos bem abertos, lembro-me que já é dezembro. Que estamos vivendo a beleza do “Natal Luz” da cidade. Que não pretende ser o maior do planeta, mas que lutará com a força de cada garanhuense para ser, um dia, o maior do Brasil.

Já no escritório, cuido das minhas tarefas.  Chega a noite. E, com ela, a garoa que vai virar a madrugada. 

Bate-me, de repente, lembranças de anos passados. Ocorrem-me: fora à Igreja. À Matriz de Santo Antônio. E, nela, o nome: Matriz. Este é o nome, digo, que dará azo a outro nome: Matriz Center. Em gestação. Em obras. Reverência a ela: Matriz. Matriz de Santo Antônio. 

Hoje, volto à mesma Matriz: a Matriz de Santo Antônio. Faço minhas orações. E, de coração leve, parto... Parto para conferir a grandeza da magia de minha cidade. Não, sem antes me lembrar de suas missas aos domingos, estas celebradas pelo Monsenhor Tarcísio Falcão, que também fora meu professor. E, também, para dar uma olhadinha a outro local de igual importância, denominado matriz: Matriz Center. Este por mim entregue à minha cidade em 1987. Aquela, por nossa Igreja, no já distante 1859.    

Vivemos o mês de dezembro, e a cidade continua frienta como se vivesse o mês de julho. Como se estivesse ainda a saudar o seu inverno. 

Lembro-me de palavras expostas em parede do Palace: “A cor de chumbo das nuvens dos meses de maio, junho e julho parece que se repete nessa madrugada de dezembro, e de outras, indicando colidir com os tímidos raios solares, que apontam à crença de emanarem de mãos divinas, sendo lançados sobre minha cidade” - escrevera-me, outro dia, um amigo que prezo, deixando meu espírito nas nuvens e tomado de satisfação. 

Os pardais, com suas asas molhadas, cortavam o céu no início dessa manhã e da maioria dessas manhãs desses dias de dezembro como se quisessem anunciar o nascer de um dia esplendoroso, que só veio, e que só vieram bem mais tarde. Por esses dias de dezembro, tamanhas as trovoadas que desabaram dos céus divinos que, de repente, tive a sensação que estivéssemos vivendo dias de nossos invernos.

Pensei ainda: “É o Natal que se aproxima, e as chuvas dessa madrugada estão a saudar a proximidade do nascimento do menino Jesus. É o Natal que se aproxima... Que ainda se aproxima, e nós já estamos a saudá-lo com uma programação que aponta para o que serão os Natais que hão de vir em nossa cidade”. Natal e Ano Novo. Ano Novo e Jazz Festival. Este que se sagrou... Este que se notabilizou... Como a cara de Garanhuns. Pela ousadia de sua gente. Pela coragem de seu povo. De transformar o tríduo momesco em um grande Festival. 


Em mais um Festival de Garanhuns. Da terra “Onde o Nordeste Garoa”, como disse o poeta. Ou da “Cidade dos Festivais”, como diz a paixão garanhuense. Que recebe milhares de turistas de todo esse Nordeste, que vibram com Garanhuns porque o Jazz diz alto, lá fora, que no Nordeste não só existe seca, fome, miséria... Mas que aqui existem também clima, cultura, atmosfera... E apaixonados pelo que há de melhor em manifestações culturais no mundo. Que Garanhuns, no tríduo, se transforma na capital internacional do Jazz, fazendo lembrar àqueles que para aqui acorrem, o mundo artístico-cultural de cidades como Nova Orleans, Chicago e Nova York, nos Estados Unidos.  

De repente, por conta das trovoadas, a destempo, a cidade fica sem internet.  Serão as chuvas de dezembro, querendo anunciar que, em pouco tempo, chega o nascimento de Jesus Cristo? Sim, o Natal? 

Penso de novo: “Como eram nossas conversas, lá atrás, sem essa maravilha... Sem esse milagre... Ou quase milagre humano, chamado internet?”


Imagino que por isso nasciam tantos.  Hoje,  poucos. Como ou quase como na China. E, quando nascem, os anos já decorreram.

Não. É Natal. E com ele, já, já, o Novo Ano. E... Ato, quase contínuo, o Garanhuns Jazz Festival. 

Salve Garanhuns! Por isso que não quero nunca sair de minha cidade. Porque ela é valente. Ousada. Ambiciosa... Porque ela tem foco. Diria, até, focos... Que a alimentam. E que lhe apontam para o futuro. 

Meu Deus! Tenho que ir trabalhar...  Apesar de ser Natal. Apesar de ser Ano Novo. Apesar do Jazz que se aproxima.

Tenho que ir trabalhar. Tenho que ir ajudar a receber como reis e rainhas, no mínimo como príncipes e princesas regentes, àqueles e àquelas que chegam à cidade. Já estou com os dois olhos bem abertos... Mas sem internet? Como hei? Mas vou. Pelo menos trabalho com o milagre da vida. E esta foi Deus que me deu. E só Ele pode me tirar. Só Ele!